Roendo o Osso, de Mouzar Benedito e do cartunista Ohí, traz uma seleção de tiras do cachorrinho, personagem criado para o jornal Brasil Agora. O periódico circulou no início da década de 90, ligado ao PT. Sem nome, pedigree, nem maiúscula na inicial, o personagem vai se defendendo neste mundo cão. No prefácio, o jornalista Gilberto Maringoni escreve: “O cachorrinho nunca foi vacinado, nunca obedeceu a placas tipo ‘cuidado com o cão’ e sempre inventou de fazer o que não devia. Meio sem eira nem beira, o cachorrinho virou animal sem dono e sem patrão.”

 

Autores: Benedito Mouzar e Ohí

 

Roendo o osso – as máximas (e mínimas) do cachorrinho

R$4,90
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Roendo o Osso, de Mouzar Benedito e do cartunista Ohí, traz uma seleção de tiras do cachorrinho, personagem criado para o jornal Brasil Agora. O periódico circulou no início da década de 90, ligado ao PT. Sem nome, pedigree, nem maiúscula na inicial, o personagem vai se defendendo neste mundo cão. No prefácio, o jornalista Gilberto Maringoni escreve: “O cachorrinho nunca foi vacinado, nunca obedeceu a placas tipo ‘cuidado com o cão’ e sempre inventou de fazer o que não devia. Meio sem eira nem beira, o cachorrinho virou animal sem dono e sem patrão.”

 

Autores: Benedito Mouzar e Ohí