“Das mãos e do coração de um sobrevivente

A luta pela Anistia ampla, geral e irrestrita teve a memorável participação de vastos setores da cultura brasileira sedentos de liberdade e famintos de justiça. Cantores, compositores, músicos, atores, atrizes, intelectuais, escritores, jornalistas, humoristas através da arte e da cultura participaram da resistência à ditadura.

Este livro que a Editora da Fundação Perseu Abramo e a Publisher Brasil, reeditam em homenagem a todos que lutaram, aos 30 anos da Anistia, nasceu nos cárceres das mãos e do coração de um sobrevivente, Hamilton Pereira da Silva, conhecido como Pedro Tierra.

Seus poemas foram escritos em centros de detenção e tortura (COI-CODI e DOPS) e nos presídios que receberam prisioneiros políticos (Tiradentes, Carandiru, Barro Branco) nos piores anos e correram o país e outros países. Eram lidos e declamados em reuniões e atos dos movimentos pela Anistia e pela democracia.

Nos anos em que estes poemas foram escritos não se passava uma semana sem que chegassem notícias trágicas de assassinatos após bárbaras torturas de militantes da resistência, trazidas pelos próprios sobreviventes ou pelas ignóbeis “versões oficiais”.

Por isso, nas palavras de Pedro Tierra, em dedicatória do livro que tenho em mãos ‘estes Poemas do Povo da Noite querem denunciar os inventores da noite e contribuir na construção da manhã. canto da resistência e da esperança do povo’”. - Nimário Miranda (Presidente da Fundação Perseu Abramo)

 

Autor: Pedro Tierra

 
Poemas do Povo da Noite
R$29,90
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“Das mãos e do coração de um sobrevivente

A luta pela Anistia ampla, geral e irrestrita teve a memorável participação de vastos setores da cultura brasileira sedentos de liberdade e famintos de justiça. Cantores, compositores, músicos, atores, atrizes, intelectuais, escritores, jornalistas, humoristas através da arte e da cultura participaram da resistência à ditadura.

Este livro que a Editora da Fundação Perseu Abramo e a Publisher Brasil, reeditam em homenagem a todos que lutaram, aos 30 anos da Anistia, nasceu nos cárceres das mãos e do coração de um sobrevivente, Hamilton Pereira da Silva, conhecido como Pedro Tierra.

Seus poemas foram escritos em centros de detenção e tortura (COI-CODI e DOPS) e nos presídios que receberam prisioneiros políticos (Tiradentes, Carandiru, Barro Branco) nos piores anos e correram o país e outros países. Eram lidos e declamados em reuniões e atos dos movimentos pela Anistia e pela democracia.

Nos anos em que estes poemas foram escritos não se passava uma semana sem que chegassem notícias trágicas de assassinatos após bárbaras torturas de militantes da resistência, trazidas pelos próprios sobreviventes ou pelas ignóbeis “versões oficiais”.

Por isso, nas palavras de Pedro Tierra, em dedicatória do livro que tenho em mãos ‘estes Poemas do Povo da Noite querem denunciar os inventores da noite e contribuir na construção da manhã. canto da resistência e da esperança do povo’”. - Nimário Miranda (Presidente da Fundação Perseu Abramo)

 

Autor: Pedro Tierra