Há uma nova modalidade de ataque à democracia. Ela é mais sutil. Sem canhões, sem prisões, sem fechamento de veículos de comunicação, sem cassações de deputados, sem tiros, sem violência explícita, sem juízes sendo afastados de suas funções.
É uma nova modalidade de ruptura democrática, mas é um golpe. Um golpe pós-moderno, que busca prioritariamente fazer o que todo golpe faz, defender interesses do capital. No caso atual, entregar, por exemplo, o pré-sal.
E combina interesses do rentismo, de empresários entreguistas, de parte importante do Judiciário, de quase toda a mídia tradicional e do parlamento.
É essa modalidade de golpe que vem sendo denunciada ainda quando ele era apenas um embrião pelos blogueiros, jornalistas e ativistas que escrevem neste livro. Antes mesmo que os golpeados acreditassem que isso pudesse acontecer. 
Por isso esse livro é imperdível. É o trabalho de quem faz história pela democratização da informação. De quem não se rendeu ao pensamento único. E de quem vai continuar fazendo o que sempre fez, enfrentando o poder e os poderosos da mídia golpista.

“No Brasil, na mídia tradicional, criou-se uma versão dos fatos que ignora a realidade. Independentemente de provas, eles já escolheram um criminoso e depois vão atrás do crime. Mas eles hoje não falam sozinhos. A democracia que construímos a duras penas no Brasil permitiu que uma rede de veículos independentes, de blogueiros, de midialivristas e mesmo de ativistas digitais, professores, cidadãos, fizesse o contraponto informativo. E isso é uma outra coisa que incomoda a vida daqueles que sempre tiveram o privilégio de falar sozinhos. Alguns desses blogues e veículos têm audiência altíssima e dão furos de reportagem que impedem a disseminação de mentiras. Como exemplo, posso citar dois casos: o da bolinha de papel, na eleição de 2010, e o da mansão sem dono construída em área de proteção ambiental na cidade de Paraty. Mansão que, aliás, continua sem dono depois de tantas matérias e reportagens, e sem uma linha sobre ela escrita na tradicional imprensa familiar brasileira. 
Boa parte das pessoas que estão escrevendo esse outro lado da notícia contribuem com textos neste Golpe 16. É um registro de fatos que provavelmente ficariam escondidos se a narrativa fosse feita apenas por aqueles que trabalham para empresas que apoiam a desestabilização da democracia. Desejo que este livro se torne um manual, um guia de leitura para que o que está acontecendo hoje nunca mais se repita. E desejo que muitas outras iniciativas como essa prosperem para que a gente possa restabelecer e aperfeiçoar a democracia no Brasil” - Luiz Inácio Lula da Silva.

Organização: Renato Rovai

Golpe 16: O livro da blogosfera em defesa da democracia
R$35,00
Quantidade
Golpe 16: O livro da blogosfera em defesa da democracia R$35,00

Há uma nova modalidade de ataque à democracia. Ela é mais sutil. Sem canhões, sem prisões, sem fechamento de veículos de comunicação, sem cassações de deputados, sem tiros, sem violência explícita, sem juízes sendo afastados de suas funções.
É uma nova modalidade de ruptura democrática, mas é um golpe. Um golpe pós-moderno, que busca prioritariamente fazer o que todo golpe faz, defender interesses do capital. No caso atual, entregar, por exemplo, o pré-sal.
E combina interesses do rentismo, de empresários entreguistas, de parte importante do Judiciário, de quase toda a mídia tradicional e do parlamento.
É essa modalidade de golpe que vem sendo denunciada ainda quando ele era apenas um embrião pelos blogueiros, jornalistas e ativistas que escrevem neste livro. Antes mesmo que os golpeados acreditassem que isso pudesse acontecer. 
Por isso esse livro é imperdível. É o trabalho de quem faz história pela democratização da informação. De quem não se rendeu ao pensamento único. E de quem vai continuar fazendo o que sempre fez, enfrentando o poder e os poderosos da mídia golpista.

“No Brasil, na mídia tradicional, criou-se uma versão dos fatos que ignora a realidade. Independentemente de provas, eles já escolheram um criminoso e depois vão atrás do crime. Mas eles hoje não falam sozinhos. A democracia que construímos a duras penas no Brasil permitiu que uma rede de veículos independentes, de blogueiros, de midialivristas e mesmo de ativistas digitais, professores, cidadãos, fizesse o contraponto informativo. E isso é uma outra coisa que incomoda a vida daqueles que sempre tiveram o privilégio de falar sozinhos. Alguns desses blogues e veículos têm audiência altíssima e dão furos de reportagem que impedem a disseminação de mentiras. Como exemplo, posso citar dois casos: o da bolinha de papel, na eleição de 2010, e o da mansão sem dono construída em área de proteção ambiental na cidade de Paraty. Mansão que, aliás, continua sem dono depois de tantas matérias e reportagens, e sem uma linha sobre ela escrita na tradicional imprensa familiar brasileira. 
Boa parte das pessoas que estão escrevendo esse outro lado da notícia contribuem com textos neste Golpe 16. É um registro de fatos que provavelmente ficariam escondidos se a narrativa fosse feita apenas por aqueles que trabalham para empresas que apoiam a desestabilização da democracia. Desejo que este livro se torne um manual, um guia de leitura para que o que está acontecendo hoje nunca mais se repita. E desejo que muitas outras iniciativas como essa prosperem para que a gente possa restabelecer e aperfeiçoar a democracia no Brasil” - Luiz Inácio Lula da Silva.

Organização: Renato Rovai